quarta-feira, 24 de março de 2010

Love Happens?

[…]

É difícil entender os limites da paixão: quando é saudável, quando deixa de ser. Quando é ilusão de ótica, quando é birra. Quando é puro, quando é objeto do desejo, coisa descartável. O sono pula a janela, o sossego esquece de dizer “presente”. E nós, submersos na ingenuidade, pensamos que aquilo é um amor. Mas é engraçado, o amor não dói. E não, não me faça essa cara de espanto, eu repito: o amor não dói. O ciúme, a insegurança, a desconfiança, a falta de, o medo de perder a pessoa amada, o medo de amar, o medo de nunca ter sentido tamanha felicidade na vida inteirinha, isso sim dói. O amor, amor como sentimento, amor como coisa plena, amor como som no peito, amor como sorriso no olho, amor como poesia na boca, amor como amor, esse não dói.

[…]


"Sobretudo, não se angustie procurando-o: ele vem até você, quando você e ele estiverem prontos."


Eu tinha uma criação de trezentas, trinta e três borboletas na barriga, mas uma a uma elas vão fugindo, e dói.. ._.

Nenhum comentário:

Postar um comentário