- Por quê? - perguntou ele novamente, a voz baixa e áspera. - Eu te amo. Eu quero você. Agora.
As borboletas do meu estômago inundaram minha garganta. Ele tirou vantagem de eu estar sem fala.
— Espera, espere — tentei dizer nos lábios dele.
— Por mim, não — murmurou ele, discordando.
— Por favor? — eu ofeguei.
Ele gemeu e se afastou, rolando de costas de novo. Ficamos deitados ali por um minuto, tentando normalizar a respiração.


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